a economia e as pessoas

A economia só faz sentido se for usada para atender as necessidades humanas.
O crescimento económico permanente é impossível. Há espaço para certa irracionalidade económica, em lugar de se pensar que todas as decisões são pautadas, exclusivamente, pela mais pura racionalidade. O eixo central da economia não pode ser estritamente o mercado e o objecto a mercadoria mas, sim, o indivíduo e suas necessidades elementares.
O ritmo económico actual baseado na exploração desenfreada de recursos naturais e no super-consumo é insustentável. A práxis económica deve ser buscada no sentido de ser solidária, participativa e colectiva, trocando, assim, o actual modelo económico baseado na competição pelo de cooperação. O objectivo primordial da actividade económica não deve ser a produção de riqueza, mas, sim, o bem-estar das pessoas.
Todas essas afirmações, sem excepção, sopram em ventos contrários à ortodoxia económica. Tais argumentos ferem uma espécie de pensamento único que tem dominado, sobremaneira, o cenário académico das ciências económicas.
Marcus Eduardo de Oliveira
O crescimento económico permanente é impossível. Há espaço para certa irracionalidade económica, em lugar de se pensar que todas as decisões são pautadas, exclusivamente, pela mais pura racionalidade. O eixo central da economia não pode ser estritamente o mercado e o objecto a mercadoria mas, sim, o indivíduo e suas necessidades elementares.
O ritmo económico actual baseado na exploração desenfreada de recursos naturais e no super-consumo é insustentável. A práxis económica deve ser buscada no sentido de ser solidária, participativa e colectiva, trocando, assim, o actual modelo económico baseado na competição pelo de cooperação. O objectivo primordial da actividade económica não deve ser a produção de riqueza, mas, sim, o bem-estar das pessoas.
Todas essas afirmações, sem excepção, sopram em ventos contrários à ortodoxia económica. Tais argumentos ferem uma espécie de pensamento único que tem dominado, sobremaneira, o cenário académico das ciências económicas.
Marcus Eduardo de Oliveira
Marcadores: economia, sustentabilidade
